\n'; document.write(barra); } } changePage();
| Ganhe dinheiro: | |
| Serviços: | |
|

Muitas companhias ainda
não possuem uma idéia clara de quem são seus clientes, tornando muito difícil
uma definição concreta de seus objetivos. Graças à tecnologia digital da informação
e à Internet, agora é possível conhecer melhor os clientes e, em vez de vender
para mercados, vender para clientes individualmente. Cada vez mais, empresas
abandonam a busca de maior participação no mercado, em busca de maior participação
no cliente. E, em vez de oferecer descontos para aumentar suas receitas, criam
vínculos mais fortes com os clientes, desenvolvendo a fidelidade desses clientes
para aumentar sua lucratividade.
Não importa como chamamos essa nova forma de concorrer no mercado, que agora
está nos planos de negócio da maioria das empresas, pois a idéia principal
é desenvolver e gerenciar relações individuais com cada cliente. Essa relação
será construída, naturalmente, a partir de uma série contínua de interações
entre empresa e cliente e baseada em colaboração mútua. Cada relação é diferente
e inerentemente singular a seus participantes individuais e em vez de trabalhar
com amostras do mercado de clientes potenciais para determinar as necessidades
do cliente-médio, as empresas precisam hoje se preocupar com um cliente de
cada vez.
Utilizando a tecnologia, a interatividade e a personalização, empresas de
qualquer porte poderão estabelecer uma relação mais próxima com seus clientes.
Por via de regra, adquirir um bom programa de CRM (Customer Relationship Management)
e iniciar a aplicação de estratégias de marketing de fidelização será meio
caminho andado para uma empresa que deseja acompanhar os novos tempos. Mas,
a transformação em uma empresa focada no cliente, e que interaja individualmente
com cada um, não ocorre com um simples clique do mouse. Trata-se de um processo
delicado, pois é necessário entender as soluções de CRM de uma maneira globalizada
no contexto de cada negócio, ao invés de apenas tratá-las como um departamento
de interface com o cliente. São necessários objetivos claros e implementação
de estratégias de avaliação para medir a eficiência alcançada.
O mais importante será sempre o elemento humano, pois esse processo implicará
em administrar expectativas e provocar mudanças já incorporadas à gestão da
empresa e à relação que ela mantém com seus clientes. Em seu livro "Loyalty
Marketing, The Second Act" (" Marketing de Fidelidade, Segundo Ato"), Brian
Woolf (presidente do Retail Strategy Center) ressalta que é relativamente
fácil coletar dados dos clientes, mas converter dados utilizáveis em uma estratégia
focada no cliente é muito mais complicado.
Sabemos que o crescente avanço tecnológico permite responder confortavelmente
à pergunta "como fazer? mas ainda pairam muitas dúvidas sobre "o que fazer
com a tecnologia disponível?. A resposta para este desafio implica em redefinição
de cultura e quebra de paradigmas. Esses movimentos, dentro da maioria das
empresas, relutam em acompanhar o avanço das ferramentas disponibilizadas.
Mas, todas as companhias necessitam achar o melhor modo de utilizar a tecnologia
de informação e a Internet, como ferramentas fundamentais na aquisição de
vantagem competitiva no cenário econômico atual.
|
Por favor, acesse: http://www.renda1.com A
equipe Renda1 agradece. |